Este artigo traz uma experiência que evidenciou como a translinguagem funcionou como uma forma benéfica de se trabalhar a língua inglesa na Amazônia na visão dos próprios participantes. A experiência ocorreu em uma disciplina onde futuros professores discutiram não só as particularidades estruturais da língua inglesa, mas também se engajaram em um novo modo de pensar a língua. Através de práticas orais e narrativas, identificou-se que os alunos participantes translinguajavam de modo que pudessem renegociar línguas e culturas, apropriando-se delas.

Silvia Cristina Barros de Souza Hall

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